APUCARANA – Plantão policial com agressões, ameaças e vandalismo

Na sexta-feira (3), a Polícia Militar atendeu a uma série de ocorrências em Apucarana, com destaque para casos de violência doméstica, ameaça e dano patrimonial.

O primeiro registro ocorreu por volta das 6h30, na Rua Belo Horizonte, no Jardim Ponta Grossa. Uma mulher de 56 anos acionou o 190 após seu ex-companheiro ameaçar atear fogo na residência. A equipe encontrou o suspeito, um homem de 55 anos, dormindo no local. Ele alegou ter ido à casa a convite da própria vítima após um contato telefônico. Como a mulher decidiu representar criminalmente pelas ameaças, as partes foram encaminhadas à 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana.

Mais tarde, por volta das 8h15, uma jovem de 19 anos foi vítima de agressão na Rua José Ciappina, no Distrito Correia de Freitas. Ela relatou que o companheiro, de 22 anos, a ofendeu com xingamentos e a agrediu com um soco na boca e chutes nas pernas devido a uma crise de ciúmes. Ao perceber que a polícia havia sido acionada, o agressor fugiu utilizando um transporte por aplicativo. A vítima recebeu as devidas orientações da equipe.

No início da tarde, por volta das 13h, a corporação verificou uma situação de dano na Rua Ponta Grossa. O proprietário de um restaurante relatou que o imóvel sofreu avarias no telhado e na estrutura do forro, indicando uma possível tentativa de invasão. Como o dono não conseguiu acessar o sistema de câmeras no momento e não confirmou o furto de objetos, foi orientado a complementar o boletim na delegacia posteriormente.

Já no período noturno, por volta das 19h15, um caso de ameaça foi registrado na Rua Paulo Vinicius de Oliveira Damas, no Jardim Espanha. Uma trabalhadora de um supermercado relatou que uma mulher, com quem tem uma desavença há cerca de seis anos, foi ao local e iniciou uma discussão, precisando ser retirada por seguranças. Ao fim do expediente, a filha da agressora seguiu a vítima e proferiu ameaças, dizendo que iria “acertar as contas”. Com medo, a trabalhadora retornou ao estabelecimento e chamou a polícia, sendo orientada a formalizar a queixa na Polícia Civil.